PL EN
ORIGINAL ARTICLE
ECONOMIC DEVELOPMENT AND DEPENDENCE THEORY: THE APPROACH OF THE UN ECONOMIC COMMISSION FOR LATIN AMERICA AND THE CARIBBEAN (ECLAC)
 
More details
Hide details
1
Integrated Regional University of Alto Uruguay and the Missions (URI), Brazil Zintegrowany Uniwersytet Regionalny Górnego Urugwaju i Misji (URI), Brazylia
2
University of the Sinos River Valley (UNISINOS), Brazil Uniwersytet Doliny Rzeki Sinos (UNISINOS), Brazylia
CORRESPONDING AUTHOR
Osmar Antonio Bonzanini   

Professor Osmar Antonio Bonzanini (ORCID 0000-0002-8366-5803), PhD in Management, Certified Accountant, Master in Development, Management and Citizenship; Integrated Regional University of Alto Uruguay and the Missions (URI) – Brazil; Street 15 de Novembro, 0877 – 98400-000 – Frederico Westphalen/RS – Brazil
 
Economic and Regional Studies 2018;11(1):20–33
 
KEYWORDS
ABSTRACT
Subject and purpose of work: The purpose of this article is to present the vision of ECLAC - Economic Commission for Latin America and the Caribbean and its contribution to the reflections on economic development. Materials and methods: This is an exploratory and descriptive study. The first part of the paper contemplates the emergence and evolution of ECLAC thinking during its more than sixty-five years of existence. The second deals with dependency theory, ending with the current thinking proposed by ECLAC. Results: It results in a brief analysis of the moment of the globalization of the economy as an exclusionary process in the history of capitalism, emphasizing the importance of the ECLAC thinking, reinvigorated nowadays. Conclusions: It is considered that the dependency theory has been the great contribution of ECLAC thinking, with the change of focus from a viewpoint only from the prism of the central countries, to an optic from the point of view of the peripheral countries.
 
REFERENCES (23)
1.
Bielsthowsky R. (2000), Cinquenta anos de pensamento na CEPAL. Record/ COFECON/CEPAL, São Paulo.
 
2.
Cardoso F. H. (1993), As ideias e seu lugar. Vozes, Petrópolis.
 
3.
Cardoso F. H. (2003), Más allá de la Economia: interación entre política y desarrollo económico. Santiago de Chile, CEPAL, Tercera Catedra Raúl Prebish.
 
4.
Cardoso F. H., Faletto E. (1970), Dependência e Desenvolvimento na América Latina: Ensaio de Interpretação Sociológica. LTC, 7. ed. Rio de Janeiro.
 
5.
Cervo A. R., Bervian P. A. (2002), Metodologia científica. 5. ed. Prentice Hall, São Paulo.
 
6.
Frank A. G. (1969), América Latina: Subdesarrollo o Revolución. Editorial ERA, México.
 
7.
Furtado C. (1961), Desenvolvimento e subdesenvolvimento. Fundo de Cultura, Rio de Janeiro.
 
8.
Furtado C. (1974), O mito do desenvolvimento econômico. Paz e Terra, Rio de Janeiro.
 
9.
Gil A. C. (2009), Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. Atlas, São Paulo.
 
10.
Hetne B. (1982), Teorias Del Desarrollo y El Tercer Mundo. SADEC, Suécia.
 
11.
Lopes T. C. (2015), A lei do valor e o planejamento econômico de natureza capitalista. 2015. 288 f. Tese. (Doutorado em Economia) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia.
 
12.
Ocampo J. A. (2001), Retomar la agenda del desarrollo. Trabalho apresentado na reunião anual da Associação Americana de Economia em Nova Orleans (EUA).
 
13.
Oliveira O. M. (Org.) (2000), Paradigmas das Relações Internacionais. Ed.UNIJUÍ, Ijuí.
 
14.
Pinheiro N. P., Souza L. E. S. de. (2017), A CEPAL como escola de pensamento autônomo: considerações preliminares sobre a tese centro-periferia. Anais do XII Congresso Brasileiro de História Econômica & 13ª Conferência Internacional de História de Empresas. UFF/ABPHE, Niterói.
 
15.
Sachs I. (2001), A nova agenda de desenvolvimento da CEPAL. Opinião/Estado de São Paulo, http://www.estado.estadao.com.... (accessed February 05, 2017).
 
16.
Santos B. de S. (2005), Os processos da globalização, In: B. de S. SANTOS (org.), A globalização e as ciências sociais. 3. ed. São Paulo: Cortez Editora, p. 25-102.
 
17.
Santos T. dos (1971), O novo caráter da dependência: grande empresa e capital estrangeiro na América Latina, In: L. PEREIRA (org.), Perspectivas do Capitalismo Moderno: leituras de sociologia do desenvolvimento. Zahar, Rio de Janeiro, p. 185-236.
 
18.
A Teoria da Dependência (2000), Balanço e Perspectiva. Civilização Brasileira, São Paulo.
 
19.
Souza N. de J. de (1993), Desenvolvimento Econômico. Atlas, São Paulo.
 
20.
Sen A. (2000), Desenvolvimento como liberdade. Traduzido por Laura Teixeira Motta. Companhia das Letras, São Paulo.
 
21.
Richardson R. J. (2017), Pesquisa social: métodos e técnicas. 4. d. Atlas, São Paulo.
 
22.
Bhattacherjee A. (2012), Social Science Researche: Principles, Methods, and Practices. 2. ed. Textbooks Collection. USF, Tampa, Florida.
 
23.
Beuren I. (2013), Como Elaborar Trabalhos Monográficos em Contabilidade: Teoria e Prática. 3. Atlas, ed. São Paulo.
 
eISSN:2451-182X
ISSN:2083-3725